História

Um cão pastor, uma raça de sucesso
O Pastor-Alemão

Origem da raça

A origem da Raça Pastor Alemão inicia-se no final do século dezenove com a seleção de animais feita pelo Veterinário e Capitão do Exercito Alemão Max Emil Friedrich Von Stephanitz.

A idéia de Stephanitz era a formação de uma raça que servisse aos criadores de ovelha de toda Alemanha. Buscava um cão de porte médio, extremamente inteligente, protetor, de aparência nobre, rápido, caráter confiável, com disposição de trabalhar até a exaustão e com desejo insaciável de servir. Um cão que tivesse como razão de existir a companhia do homem.

A primeira

Sociedade de Cães Pastores-Alemães

Von Stephanitz durante sua visita aos Estados Unidos da América em 1930, quando julgou cães pastores-alemães no evento chamado Morris & Essex Show.

Mais precisamente em 1899, juntamente com seu amigo Artur Meyer e mais nove homens fundaram a Verein Fur Deustshe Shaferhund (SV), a Sociedade de Cães Pastores-Alemães.

O cão Hector Linkrsheim escolhido e adquirido em um concurso foi a base de sua criação e foi registrado com numero SZ1, mas com novo nome: Honrad Von Grafrath. Neste mesmo ano a SV organizou o primeiro campeonato nacional chamado de Sieger Show, onde os campeões da classe adulta (acima de 24 meses) seriam denominados Sieger (machos) e Siegerin (fêmeas).

Stephanitz era quem julgava as exposições e percebendo a tendência dos criadores em utilizar como reprodutor o Sieger, passou então a guiar o desenvolvimento da raça, selecionando os campeões com base num criterioso estudo das linhas de sangue dos concorrentes, considerando além da aparência externa (tipo) o caráter e temperamento de seus ascendentes.

O "SV" continua a ser o maior clube desta raça no mundo. A zona de criação compreendia Württemberg, e as regiões de Hesse, Turingia e Baviera.

O aperfeiçoamento das características físicas foi acompanhado de uma notável diversificação no emprego desses cães. O caráter e particularmente a sua alta capacidade de atenção, seus dotes de fidelidade e coragem, a grande robustez física e a agudez dos sentidos fizeram do Pastor-alemão um cão capaz de desempenhar as mais diversas tarefas.

Ao mesmo tempo manteve-se por instinto atávico um excelente cão pastor, condutor vigilante e defensor esforçado dos animais que lhe são confiados.

Cão de trabalho

Sua entrada no exército

Em pouco tempo, com o crescimento da raça, Stephanitz observou que um bom número de exemplares estavam perdendo a aptidão de pastoreio, então interveio e criou os campeonatos de obediência com o objetivo de valorizar os animais que preservavam a capacidade de trabalho.

Nessa época doou uma série de cães a policia com o objetivo de demonstrar sua capacidade de trabalho, atividade em que obtiveram grande êxito.

Pouco tempo depois fez o mesmo com o Exército, onde seu potencial, principalmente na Primeira Grande Guerra Mundial, ficou demonstrado magnificamente em atividades de mensageiro, farejador de minas e linhas telefônicas soterradas, localização de feridos, como sentinelas e na detecção de inimigos durante patrulhas.

Com o fim da Guerra França e Inglaterra para não vincular o nome da raça à Alemanha passaram a designar a raça como Pastor Alsaciano.

Evolução

O surgimento da linha moderna dos Pastores-Alemães

Em 1925, Stephanitz detectou um defeito grave na raça, os cães estavam ficando com os membros muito afinados, dificultado sua propulsão e consequentemente sua capacidade de trabalho. Neste ano, então, escolheu o Sieger que nada tinha em comum com o Sieger do ano anterior.

Seu nome era Klodo Von Boxberg, descendente dos Sieger Hettel Uchermark, 1909 e Erich Von Grafenwerth, 1920.

Este exemplar possuía estrutura compacta, membros pélvicos mais curtos e garupa angulada, o que possibilitava uma melhor cobertura do solo ao passo. Este cão passou a ser considerado o modelo da linha moderna dos Pastores-Alemães.

Estrelato

Na TV e nas telas dos cinemas

As aparições do pastor-alemão no cinema e na TV certamente contribuiram para alavancar sua popularidade. O personagem masi marcate foi Rin-Tin-Tin, cão da cavalaria americana, que protagonizou vários filmes de sucesso entre os anos 1920 e 1940.

No Brasil, a raça ficou famosa no início da década de 60, na figura do Lobo, um dos protagonistas do seriado brasileiro "O Vigilante Rodoviário" (1961-1962), inspirado no bom e velho amigo da lei.

A série teve 38 episódios, de aproximadamente 20 minutos cada, exibidos originalmente pela extinta Rede Tupi de Televisão, reprisado nos anos 70 pela Globo e em 2009 pelo Canal Brasil.

Relembre

Ladrões de Automóveis

Episódio completo de "O Vigilante Rodoviário". Com Carlos Miranda e Lobo, seu fiel companheiro.

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